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O que é guarda-roupa compartilhado e porque vale a pena experimentar um

publicado em
1.12.2021

Assim como a moda é cíclica, nossos corpos também são e, por consequência, aquilo que temos no guarda-roupa. E uma maneira de lidar com essas mudanças e ter uma postura consciente e sustentável é aderir aos guarda-roupas compartilhados. Você já ouviu falar neles?

Alugar roupa é um conceito bastante difundido, mas geralmente recorremos a essa alternativa para trajes de festas. E se alguns itens do seu dia a dia entrassem nessa mesma lógica? Várias iniciativas em todo o país disponibilizam acervos que podem ser alugados e ainda levantam reflexões sobre como o consumo de moda pode estar mais ligado ao acesso do que à posse das roupas.

E ainda gera impacto positivo! Segundo a Roupateca, uma das iniciativas de guarda-roupa compartilhado no Brasil, se uma pessoa deixar de comprar uma camiseta nova por mês, ao longo de um semestre, e aderir ao aluguel, ajuda a reduzir a emissão de quase 24kg de gás carbônico gerados na fabricação dessa peça.

Mas como funcionam esses acervos?

Lembra as videolocadoras dos anos 1990? Eles funcionam mais ou menos assim, mas com um período maior de permanência das peças na casa de quem alugou.

A maioria dos guarda-roupas compartilhados funciona por assinatura: você escolhe um plano, seleciona as peças e fica com elas durante um tempo. É a moda circular e sustentável na prática!

O acervo dos guarda-roupas compartilhados vai muito além dos vestidos de festas! Roupas para o dia a dia, casacos de frio, sapatos e outras peças que, quando compramos, costumamos usar em ocasiões pontuais, por exemplo.

Abaixo, listamos algumas indicações para você conhecer - e quem sabe, testar! Quem se habilita?

@clo.rent

Foto: @clo.rent


@roupateca

Foto: @roupateca


@dress_and_go

Foto: @dress_and_go


@nao.tenhoroupa

Foto: Não Tenho Roupa


@bumpboxbr

Foto: @bumpboxbr


Foto de destaque: @revival.loja

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